Bolo de caneca de banana e aveia

Quem não adora bolo de caneca? Rápido e prático! E mata aquela vontade de bolo que vem do nada!

E se for um bolinho sem glúten, sem ovo e sem lácteos? Melhor ainda né?

Eu já deixei aqui no blog uma receita de bolo de chocolate de caneca ( veja aqui: https://alergiazero.blog/2021/04/17/bolo-de-caneca/ ). E agora fiz este de banana e aveia. Uma combinação perfeita!

Eu finalizei meu bolinho com banana em fatias, mel e canela em pó. Se você for vegano, pode usar melado ou só a canela.

Uma delícia pra comer no café da manhã ou no lanche da tarde!

Ingredientes:

  • 1 banana nanica pequena
  • 1 colher de sopa de açúcar demerara
  • 1 colher de sopa de farinha de aveia
  • 1 colher de sopa de aveia em flocos
  • 1 colher de sopa de farinha de arroz
  • 1 colher de café de fermento em pó
  • 3 colheres de sopa de leite vegetal (Eu usei de amêndoas, mas de aveia também fica ótimo. E tem receita aqui no blog)
  • Banana fatiada, mel e canela em pó a gosto

Modo de preparo:

  1. Amasse a banana com um garfo.
  2. Misture todos os ingredientes, menos a canela e o mel.
  3. Coloque numa caneca e leve ao micro-ondas por 1 minuto e 40 segundos.
  4. Espere esfriar e finalize com banana fatiada, mel e canela em pó.

Pão lowcarb

Abusou na comilança de final de ano? Tudo bem! Não tem problema…Uma vez ou outra não vai te prejudicar, o importante é manter o equilíbrio durante o ano.

Mas se você já quiser começar o ano com uma dieta lowcarb, aqui está uma receita de pão deliciosa e com ingredientes de baixo índice glicêmico. E ainda muito fácil de se fazer.

Com ingredientes de baixo carboidratos, exceto pelo mel ou demerara que é necessário para alimentar o fermento, todas as farinhas são oleaginosas.

Esse pão fica parecendo aquele pão rústico alemão (kräuter brot) no sabor, lembra um pouco cevada. A textura é macia e um pouco úmida.

Fica muito bom para fazer sanduíches. Eu gosto de fatiar o pão depois de frio e congelar as fatias, assim eu tenho sempre a mão uma refeição rápida e deliciosa. Basta tirar do congelador 2 fatias do pão e tostar levemente na torradeira ou numa frigideira, e colocar fatias de frios, creamcheese e salada, e você tem um almoço lowcarb. Se você gosta de abacate, experimente colocar fatias no seu sanduíche.

Nem preciso dizer que fica muito bom só com uma manteiguinha né? Se você tem alergia à lácteos, experimente a manteiga de côco, é muito gostosa!

Além de ser um pão muito nutritivo, ele te causa saciedade, pois é rico em fibras, e assim colabora com a sua dieta.

Se você é do time que não consegue ficar sem o pãozinho de cada dia e está fazendo dieta lowcarb, então essa receita é pra você!

Mas lembre-se: Essa receita é baixa em carboidratos, não em calorias! É ideal se você faz dieta lowcarb e sente vontade de comer pão. E não se esqueça de fazer exercícios! Esse pão te ajuda, mas não faz milagre sozinho!

Então vamos fazer pão?

Ingredientes:

  • 120g de farinha de amêndoas
  • 65g de farinha de côco
  • 35g de farinha de chia
  • 25g de psillium
  • 30g de farinha de linhaça
  • 1 colher de sopa de mel ou açúcar demerara
  • 1/4 de colher de chá de sal
  • 1 colher de chá de fernmento químico
  • 10g de fermento biológico seco
  • 400ml de água morna
  • 20ml de azeite de oliva

Modo de preparo:

  1. Prepare o fermento: Num recipiente de vidro coloque o fermento biológico e 100ml de água morna e o mel ou o açúcar. Mexa bem. Tampe com filme plástico e reserve até dobrar de volume.
  2. Misture todos os ingredientes secos.
  3. Adicione o fermento biológico já preparado, o azeite e o restante da água aos poucos.
  4. Mexa até conseguir uma massa pegajosa, mas maleável. Não deve ficar dura, adicione mais água se necessário.
  5. Modele o pão e coloque na forma untada e enfarinhada com farinha de côco ou de linhaça.
  6. Alise a superfície do pão com os dedos molhados em água.
  7. Cubra com um saco plástico e reserve em local aquecido. Pode ser numa bolsa térmica ou dentro do micro-ondas com uma bolsinha de gel aquecida ou ainda numa caixa de isopor com a bolsinha de gel.
  8. Pré-aqueça o forno à 180ºC.
  9. Quando a massa estiver um pouco mais crescida, cerca de 2 horas depois (ela não cresce muito, pois não tem rede de glúten), coloque no forno e asse por mais ou menos 1h e 30 minutos. Quando a casquinha já estiver mais dura e bem corada está pronto.
  10. Retire do forno e deixe esfriar.
  11. Quando conseguir segurar a assadeira, retire o pão e deixe esfriar completamente sobre uma grade.
  12. Corte em fatias e congele-as separadas por um plástico.

Mini bolo com geléia

Enfim é Natal! Um ano muito difícil está terminando! Ufa!

Muitas coisas aconteceram neste 2022, muitas dificuldades foram enfrentadas… Estive ausente das redes sociais, quase não publiquei receitas…

Mas eu queria finalizar o ano compartilhando com vocês uma receitinha, só que não consegui preparar nada antecipadamente. Então lembrei que quando eu era criança, minha mãe fazia um bolo de Natal quando passava-mos por um momento mais difícil. Era um bolo branco, simples, apenas com um recheio de geléia de frutas da estação. mas deixava a gente muito feliz!

Então resolvi fazer uma versão sem glúten, sem leite e sem ovos do bolo da minha mãe. Corri pra cozinha, juntei os ingredientes que eu tinha, abri um pote de geléia, e saiu esses bolinhos fofos! E ficaram deliciosos! Acabaram no dia!

E a simplicidade continua sendo a rainha das virtudes!

O que realmente importa na vida é você estar perto daqueles que você ama e que eles tenham saúde!

Desejo a você um Feliz Natal! Com muito amor, saúde e alegrias!

Ingredientes:

  • 90g de farinha de arroz
  • 90g de açúcar
  • 60g de farinha de amêndoas
  • 35g de polvilho doce
  • 30g de amido de milho
  • 10g de fermento químico
  • 1/2 colher de café de goma xantana (menos de 1g)
  • 200g de creme de leite vegetal *
  • 100ml de leite vegetal ( amêndoas, arroz ou aveia)
  • geléia (qualquer sabor. Eu usei frutas vermelhas)

Modo de preparo:

  1. Unte as forminhas com margarina ou óleo vegetal ( Eu usei forminhas de bombocado, mas pode ser qualquer uma, se for usar de silicone, nem precisa untar)
  2. Pré-aqueça o forno a 180ºC.
  3. Misture todos os ingredientes secos.
  4. Adicione os úmidos e misture novamente, com um fuêt ou com uma colher de pau. Não precisa de batedeira.
  5. Distribua a massa nas forminhas.
  6. Com uma colher pequena, coloque porções de geléia em cima da massa e afunde a geléia um pouco pra dentro da massa.
  7. Leve para assar por mais ou menos 40 minutos ou até dourar por cima.
  8. Retire do forno e coloque os bolinhos sobre uma grade pra esfriarem.
  9. Se desejar, polvilhe açúcar de confeiteiro por cima, ficam com mais cara de Natal ainda!

Nas minhas forminhas (5cm), rendeu 6 bolinhos.

* Se você não encontrar creme de leite vegetal ( de soja, de arroz, de amêndoas…) veja aqui como fazer o seu: https://alergiazero.blog/2021/04/23/creme-de-leite-de-aveia/ O creme de leite não deixa a massa gordurosa, como acontece quando se usa óleo vegetal.

Brigadeiro vegano e sem glúten

Brigadeiro! Não há festa sem ele!

E brigadeiro feito em casa com um bom chocolate, um bom leite condensado, um granulado macio, e às vezes até um pouquinho alcoólico, sem ficar doce de doer… É bom demais!

A história de sucesso desse docinho tão amado pelos brasileiros começou no Rio de Janeiro em 1945, durante uma das eleições presidenciais, e um dos candidatos era o brigadeiro Eduardo Gomes. Muito carismático, ganhou a atenção dos eleitores. Para homenageá-lo, uma das senhoras que fazia parte do comitê que apoiava o brigadeiro, e era doceira de mão cheia, levou para o chá da tarde, um docinho feito de leite condensado, chocolate e ovos. A doceira, dona Heloísa Nabuco de Oliveira batizou a invenção de brigadeiro em homenagem ao candidato.

O brigadeiro Eduardo não venceu as eleições, mas o brigadeiro doce, ganhou os corações brasileiros e fez história.

Um brigadeiro pra ficar divino precisa de um bom chocolate, seja em pó ou em barra, e sempre a partir de 50% de cacau, pois a doçura fica por conta do leite condensado.

Ainda é possível acrescentar vários sabores ao brigadeiro… café solúvel, cognac, licores, raspas de laranja… Já está imaginando a festa de sabores na sua boca?

Para fazer brigadeiro vegano, existe no mercado algumas opções de leite condensado vegetal: de soja, de côco, de amêndoas… Eu ainda não testei este último, acredito que deve ficar muito bom. Já os de soja e côco deixam um gostinho residual. Recentemente a Nestlé lançou um feito de leite de arroz. Eu ainda não testei, mas quem usou disse que brigadeiro só dá pra fazer no copinho, pois ele não firma pra enrolar.

Então eu prefiro fazer o meu leite condensado de aveia, que não deixa gosto nenhum e engrossa bem, sendo possível fazer as bolinhas. Faça previamente e deixe na geladeira até o dia de usar. O meu ficou 3 dias num vidro com tampa, sem alterar em nada a sua textura ou sabor.

Veja aqui como fazer: ( https://alergiazero.blog/2022/08/24/leite-condensado-de-aveia/ )

No dia de fazer o brigadeiro só levei os ingredientes ao fogo e terminei de cozinhar.

Pode parecer estranho falar em leite condensado de aveia, mas este é um dos melhores substitutos para o tradicional leite condensado. E não fica com  gosto estranho… Aliás fica muito bom!

E com esse leite condensado você pode fazer vários outros docinho s de festa: beijinho (acrescente côco ralado), bicho de pé (acrescente gelatina em pó sabor morango e amido de milho), docinho de milho (bata no liqüidificador o leite condensado com milho verde cozido) e por aí vai…

Não sei vocês… Mas o meu preferido é brigadeiro!

Claro que nunca vai ser igual ao brigadeiro tradicional,  assim como maionese vegana não é igual à maionese com ovos, assim como bacon vegano nunca vai ser igual ao bacon real.

Mas pra quem não pode ingerir proteína do leite, principalmente crianças… Não tem alegria maior do que poder comer um brigadeiro delicioso como esse!

Se for fazer para crianças use um chocolate vegano 50% cacau, que é mais docinho. Mas se você gosta de chocolate 70%, aí seu brigadeiro vai ficar espetacular! Você encontra chocolate sem leite e sem glúten em lojas virtuais. É só digitar no Google e vai aparecer várias.

Pra finalizar use também um  granulado de qualidade e sem glúten é claro. Tem granulado que é mais macio e com mais teor de cacau. Vale a pena usar ingredientes de qualidade. O seu brigadeiro vai ficar tão bom quanto o tradicional!

Ah…Nesse brigadeiro não vai manteiga, pois o chocolate de derreter já tem uma parte de gordura: a manteiga de cacau. Então o seu brigadeiro vai ficar bem macio!

A massa tem que estar bem gelada pra fazer as bolinhas, então deixe na geladeira por umas 3 horas ou faça no dia anterior pra enrolar no dia seguinte. Depois volte à geladeira. Se não quiser fazer as bolinhas, pode por em copinhos, só cozinhe menos o brigadeiro.

Você também pode usar esse brigadeiro para rechear bolos!

E aí? Ficou com vontade?

Ingredientes para o brigadeiro:

  • 200g de leite condensado de aveia
  • 150g de chocolate picado 50% ou 70% cacau (Vegano e sem glúten)
  • 25g de chocolate em pó (50% cacau ou mais)
  • 100g de granulado de chocolate

Modo de preparo:

  1. Coloque o leite condensado e o chocolate picado numa panela e leve ao fogo. Abaixe a chama do fogo.
  2. Mexa com uma colher até derreter o chocolate.
  3. Adicione o chocolate em pó e continue mexendo até começar a desgrudar do fundo da panela.
  4. Despeje o brigadeiro quente numa travessa e espere esfriar. depois leve à geladeira coberto com filme plástico.
  5. Depois de 3 horas, está pronto para enrolar.
  6. Unte as mãos com margarina ou óleo de côco e faça bolinhas do tamanho desejado.
  7. Passe no granulado e coloque nas forminhas de papel.
  8. Volte à geladeira até a hora de servir. *

* O brigadeiro de aveia deve ser mantido na geladeira para não amolecer.

Rende aproximadamente 16 brigadeiros, dependendo do tamanho das bolinhas.

Leite condensado de aveia

Sabe quando dá aquela vontade de brigadeiro? Você corre pra cozinha, abre uma lata de leite condensado, mistura chocolate em pó, cozinha por alguns minutos e come ainda quente na panela? Prazeres simples que não tem preço!

Mas pra quem é alérgico, esse doce simples e descomplicado vira um desejo frustrado.

Nada substitui com perfeição um ingrediente original. Mas é possível criar sabores incríveis a partir de outros ingredientes, e ainda pode ficar saudável e funcional.

Só quem não pode mesmo ingerir proteina do leite, porque é alérgico ou vegano, sabe dizer a alegria que é comer um brigadeiro vegano bem feito!

Existem várias receitas veganas de brigadeiro… Desde brigadeiro de arroz, até de biomassa de banana verde. É preciso experimentar antes de julgar… mas eu não gostei desse último . Dá pra chamar de doce de biomassa, mas não de brigadeiro. Brigadeiro tem que ser feito com leite condensado, ainda que seja leite condensado vegetal.

Recentemente, uma empresa lider no mercado, lançou um leite condensado de origem vegetal, feito a base de arroz. Já era hora né moça?

Eu não testei a novidade, mas já li depoimentos de quem testou. Quem fez brigadeiro disse que não dá pra enrolar, só no copinho mesmo. E que o sabor não chega nem perto de um brigadeiro tradicional, mas pra quem não pode ingerir leite de origem animal, está ótimo!

Eu já usei outros leites condensados de origem vegetal, como o de soja, que é horrível, e o de amêndoas, que é gostoso mas muito caro. Também tem leite condensado de côco, mas fica o sabor de côco no seu doce. (Eu ainda uso acento, e vou continuar usando! Rsrs)

Então decidi fazer em casa com aveia em flocos. E ficou muito bom! Dá pra fazer muitas receitas que pedem leite condensado, até mesmo o tão desejado brigadeiro de festa, enrolado no granulado. Veja aqui a minha receita: (https://alergiazero.blog/2022/09/02/brigadeiro-vegano-e-sem-gluten/)

O leite condensado de aveia fica com essa corzinha mais escura por causa da aveia, mas o sabor é bem neutro, a aveia não sobressai e a textura fica no ponto pra fazer qualquer docinho de festa. Eu uso o açúcar refinado, por ser mais fino, mas pode usar o demerara também que não vai interferir nem no sabor nem na textura.

Além do delicioso brigadeiro dá pra fazer vários outros docinhos: beijinho, bicho de pé, olho de sogra… Dá pra fazer palha italiana, fudge, bombom de travessa… E o que mais você quiser!

O bom é que você pode fazer antes e deixar na geladeira, dura bem… É só deixar num recipiente bem vedado com filme plástico.

Então pega a sua panela e vamos pro fogão!

Você vai precisar de:

  • 80g de aveia em flocos
  • 170g de açúcar refinado
  • 125ml de água quente

Modo de preparo:

  1. Coloque os ingredientes no liquidificador e bata muito bem.
  2. Passe o creme por uma peneira e aperte com as costas de uma colher pra ficar bem lisinho.
  3. Leve ao fogo e mexa para engrossar um pouco, até ficar na consistência de leite condensado. Cuidado pra não engrossar demais, pois a aveia tem essa característica, e lembrando que no dia de fazer o doce escolhido, esse leite condensado vai voltar pra panela e cozinhar mais um pouco!
  4. Espere esfriar e guarde em um vidro esterilizado e tampado na geladeira, até o dia que for usar. (No máximo 5 dias).

Rende um pouco mais de 250g

Nhá-benta

Popularmente conhecido por Teta de nega, Dan-top ou pelo nome original flødebolle, o Nhá-benta é um doce feito de merengue ou marshmallow (massa de gelatina com clara de ovo) e cobertura de chocolate crocante e a versão original tem uma base feita de um biscoito waffe fininho.

Esse doce foi criado em 1950, pela Kopenhagen. Antes de ser Nhá-benta, também já foi chamado de Pão-de-açúcar e Sinhá-moça.

Muitos tentam copiar a versão da famosa chocolateria, mas em vão. O marshmallow aveludado da marca é incomparável.

Bom… Aqui a proposta é outra. Um marshmallow sem ovo, mas com a textura macia e aveludada que as claras em neve proporcionam. Para conseguir esse resultado nós usamos aquafaba, que é o caldo do cozimento do grão de bico. Esse ingrediente maravilhoso e subestimado faz milagres na confeitaria vegana.

Com ele é possível fazer bolos fofinhos, merengues, suspiros, mousses, pavlovas (veja receita aqui: https://alergiazero.blog/2019/11/02/pavlova/ ) e outras receitas que pedem o uso de claras de ovo.

Com a vantagem de não deixar cheiro de ovo, nem gosto de grão de bico!

Se você costuma cozinhar grão de bico em casa, comece a guardar o líquido do cozimento no congelador e você  vai ter esse substituto de claras sempre a mão. Reduza o líquido do cozimento até ficar na consistência  grossinha da clara de ovo. Separe porções de 100ml e congele. Você também pode usar o liquido do grão de bico em caixinha, este já vem na consistência correta. É super prático. Mas prefira cozinhar o grão de bico em casa se você tem problema de pressão alta, pois o grão de bico em caixinha tem alto teor de sódio.

Quando for bater, use bem gelado, assim ele “monta” bem mais rápido.

Coloque gotinhas de essência de baunilha quando estiver batendo, se a preparação for doce.

Ah… Você precisa usar uma batedeira, pois leva uns 5 minutos para o aquafaba ficar no ponto de castelo. E o aquafaba tem a grande vantagem de não desandar se você bater muito, como acontece quando usamos clara de ovo. E também não solta liquido depois de alguns dias! Não é demais?!

Para o marshmallow ficar aveludado eu uso açúcar de confeiteiro quando estou batendo o aquafaba. Ele também ajuda a dar estrutura para o merengue . E para se manter firme depois de pronto, adiciono gelatina sem sabor aos ingredientes. Eu uso a gelatina em folha, uma é suficiente para esta  receita. Mas é possível usar a gelatina em pó também. Um terço do envelope deve dar.  E pra quem é vegano, pode substituir a gelatina por agar agar.

A casquinha de chocolate eu fiz na forminha de silicone usada para fazer bombom, dessas que você põe uma dentro da outra, como nos ovos de Páscoa.  Assim a casquinha fica bem fina. Se você não tem dessas forminhas, pode usar copinhos descartáveis de café, é só pincelar camadas finas de chocolate.

Eu usei chocolate 50%  e 70% cacau, sem glúten e sem leite de vaca. Eu não gosto de chocolate fracionado, então tive que “temperar” o chocolate para o doce não derreter na mão depois de pronto. Para temperar o chocolate, siga a orientação da embalagem, pois cada chocolate pede uma temperatura diferente.

Mas se você não gosta do trabalho de temperar o chocolate, pode usar o fracionado. É só derreter e está pronto para usar.

Eu não usei waffe na base do doce,  porque é difícil achar uma bolachinha sem glúten do tamanho da minha forminha, e  eu estava com preguiça de fazer uma bolachinha só pra isso. Mas não fez falta nenhuma.

Primeiro eu preparei as forminhas com o chocolate. Depois fiz o marshmallow. Retirei as capinhas de chocolate das forminhas e recheiei com o marshmallow. E tampei o fundo com chocolate derretido. Coloquei sobre papel manteiga e levei pra gelar.

Prontinho! Ficou delicioso! Tão bom quanto o original, só que sem deixar um rim na loja! Rsrs.

Eu já imaginei até com outros sabores! Mousse de chocolate, branco com caramelo, de café…

Se é possível imaginar, é possível fazer! 😉

Ingredientes:

  • 150g de chocolate 70% cacau
  • 50g de chocolate 50% cacau
  • 100ml de aquafaba bem gelado ( já reduzido e coado)
  • 50g de açúcar de confeiteiro
  • 1/2 colher de café de essência de baunilha
  • 1 folha de gelatina dissolvida em 2 colheres de sopa de água ( corte a folha em pedacinhos e deixe de molho na água, depois leve ao microondas por 20 segundos.

Modo de preparo:

  1. Siga as orientações da embalagem para derreter e temperar o chocolate.
  2. Passe o chocolate derretido nas forminhas e leve à geladeira para endurecer. A camada de chocolate deve ser bem fina. Se não estiver usando as forminhas duplas de bombom, pincele o chocolate somente duas vezes no copinho escolhido.
  3. Coloque o aquafaba na tigela da batedeira e bata até parecer claras em neve.
  4. Adicione a baunilha. Bata mais um pouco.
  5. Adicione o açúcar de confeiteiro aos poucos e continue batendo, até estar bem firme e acetinado.
  6. Retire as capinhas de chocolate das forminhas e preencha com o marshmallow. Pode usar um saco de confeitar para facilitar o trabalho.
  7. Feche o fundo das forminhas com as sobras do chocolate derretido.
  8. Coloque os doces sobre papel manteiga e leve à geladeira novamente.
  9. Depois de firme, embrulhe cada Nhá-benta em papel alumínio.
  10. Conserve na geladeira se estiver muito calor.

Rende entre 10 e 12 Nhá-bentas, dependendo do tamanho da sua forminha.

Massa de pizza sem glúten

Quem não gosta de pizza?

Minha filha ama! Então eu sempre tenho uma massa pré assada no congelador. É muito prático. Basta colocar a cobertura e terminar de assar.

E essa é até agora a melhor massa de pizza sem glúten que já experimentei. E não foram poucas… Foi um conjunto de fatores que me fez chegar nesse resultado: o mix de farinhas correto, a fermentação adequada… Tudo isso rendeu uma massa leve, equilibrada e muito saborosa.

Antigamente eu usava fermento biológico seco no preparo das minhas massas, mas eu não gostava do sabor forte de fermento que sobrava nas pizzas e pães, então comecei a usar o Poolish.

Poolish é um pré-fermento que consiste na mistura de partes iguais de farinha e água (por peso) com uma pequena quantidade de fermento biológico comercial (seco ou fresco). Esta mistura é então fermentada (em um recipiente tampado) em temperatura ambiente por um longo período de tempo, que varia de 4 a 12 horas, quanto menos fermento usar, mais horas é preciso para fermentar, e consequentemente o pão vai ter um sabor mais intenso.

Esse tipo de fermentação confere às massas um sabor mais equilibrado e facilita a digestão dos pães e pizzas.

Quando a temperatura ambiente não está muito propícia à fermentação, eu improviso uma estufinha com uma caixa de isopor e uma bolsa de gel aquecida. Funciona bem. É só verificar de vez em quando e se necessário aquecer mais a bolsa de gel. A temperatura dentro da caixa vai ficar adequada para o fermento ativar.

Depois de algumas horas o Poolish é então adicionado ao restante dos ingredientes para fazer a massa da pizza.

O Poolish você prepara e usa no dia, depois de fermentar por algumas horas. Eu prefiro usar o Poolish porque não faço tantos pães assim, senão usaria o Levain, que é um fermento natural que você vai alimentando por vários dias. Mas só com o Poolish você já consegue uma excelente massa. Os pães ficam com a casca crocante e miolo macio. E a massa de pizza fica leve com as bordas crocantes.

Quando o pão está no forno, e o aroma começa a se soltar, parece até que a gente está numa padaria!

E a digestão é muito mais fácil, pois vai pouquíssimo fermento para iniciar o processo.

Para a massa de pizza, deixo fermentar por até 4 horas. É o suficiente para uma massa equilibrada e saborosa.

Eu gosto de usar uma parte de farinha de arroz e uma parte de farinha de grão de bico no Poolish porque aí a massa ganha uma corzinha. Mas é possível usar qualquer farinha sem glúten para a fermentação.

Comece preparando o fermento pela manhã. E no começo da tarde misture o fermento já ativado com os outros ingredientes. Deixe a massa crescer na estufinha ou em um lugar protegido de vento, pode ser dentro do microondas com um recipiente de agua quente se o dia estiver frio. No começo da noite abra a massa numa assadeira de alumínio e pré-asse a massa. Quando for jantar é só colocar a cobretura e voltar ao forno.

Muito simples e deliciosa!

Ingredientes do fermento Poolish:

  • 30g de farinha de arroz
  • 30g de farinha de grão de bico
  • 1g de fermento biológico seco
  • + ou – 60g de água

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes num recipiente de vidro bem limpo*. Misture bem, deve ficar como um mingau grosso. Se for preciso adicione um pouquinho mais de água. Tampe com filme plástico sem apertar muito, e deixe fermentar em local protegido, por 4 horas.

Ingredientes para a massa de pizza:

  • 100g de farinha de arroz
  • 30g de polvilho doce
  • 30g de fécula de batata
  • 30g de amido de milho
  • 3g de goma xantana
  • 20g de azeite
  • 10g de açúcar
  • 5g de sal
  • 80g de Poolish
  • + ou – 100ml de água morna

Modo de preparo da massa de pizza:

  1. Quando o fermento estiver pronto, misture todos os ingredientes, amassando bem com as mãos. Sove a massa um pouco, ela é mais mole que a tradicional, mas é maleável.
  2. Faça uma bola e coloque numa tigela coberta com filme plástico.
  3. Deixe crescer em local protegido de corrente de ar, pode ser na estufinha de isopor com uma bolsa térmica ou dentro do microondas. Deixe crescer bem, por mais ou menos 3 horas.
  4. Passado o tempo de crescimento, retire o ar da massa.
  5. Abra a massa em uma forma de pizza enfarinhada com farinha de arroz . Espalhe a massa com as mãos untadas de azeite. Deixe a borda mais alta. Polvilhe as bordas com fubá se quiser que a pizza fique com um aspecto mais rústico. Essa etapa é opcional. Na foto deste post eu não polvilhei fubá nas bordas.
  6. Leve ao forno pré-aquecido à 230ºC por uns 10 minutos, para secar a massa. Retire do forno e coloque a cobertura escolhida. Volte ao forno para terminar de assar.

Na foto é uma pizza de 6 fatias porque eu fiz uma receita maior que rende duas pizzas. Mas esta receita rende uma pizza grande de 8 fatias.

P.S.: A massa pode ser congelada depois de pré-assada.

* Como a receita pede apenas 1 grama de fermento, pode ser difícil pesar, já que a balança começa a mostrar apartir de 3 gramas. Então pese as farinhas e sem zerar a balança coloque o fermento, aumentando apenas 1 grama no peso das farinhas.

Biscoitos recheados

Biscoito ou bolacha? Esse dilema é antigo..

Não que importe tanto assim, mas a diferença nos termos está basicamente no modo de preparo. Enquanto a bolacha é sempre seca, o biscoito pode ser seco ou mais úmido. Outra diferença é que a bolacha é sempre achatada. Ambos são feitos de farinhas de cereais, açúcar, gorduras ou leveduras.

A palavra biscoito tem origem francesa (bis coctus) e significa cozido duas vezes . Dessa maneira obtinha-se uma massa bem seca que conserva-se por muito mais tempo.

Foram os gregos que misturaram mel, leite e canela à receita do pão egípcio, criando assim uma das receitas mais apreciadas da antiguidade, pois o delicioso “pão” doce podia ser levado nas longas viagens que não estragariam. Os romanos contribuíram com a construção de fornos melhores e os biscoitos ficaram ainda mais crocantes.

A industrialização do biscoito começou na Europa em meados do século XVII, particularmente na Inglaterra, onde foi adicionado essências, chocolate ou chás à receita, e logo tornou-se sucesso de vendas.

O biscoito recheado é uma criação mais recente da indústria americana, onde dois biscoitos são unidos por um recheio doce, geralmente feito de açúcar e gordura vegetal.

E já sabemos que quanto mais processado um produto é, menos saudável ele fica. E assim aconteceu com os históricos biscoitos que já salvaram tantos esfomeados durante séculos e hoje carregam a fama de vilões da alimentação saudável.

Sem dúvida, com tanto açúcar, gorduras duvidosas, essências exacerbadas, sabor artificial, corantes e conservantes… Não tem como ser um inocente biscoito.

Mas isso é culpa da indústria, que para baratear o produto, usa os piores ingredientes na composição dos alimentos.

Com excessão de uma marca ítalo/germânica, que faz deliciosos produtos sem glúten, mas com um preço indigesto, quase todos os biscoitos do mercado são intragáveis.

Já os biscoitos caseiros, podem ser muito saudáveis e gostosos, como os biscoitos desse post! Mesmo contendo açúcar na receita, eles são bem integrais. O açúcar é o mascavo, que contém minerais, a aveia é a laminada, rica em fibras. A gordura é a de côco, que contém Ácidos Graxos de Cadeia Média, que apesar de ser uma gordura saturada, é de fácil metabolização pelo organismo. O recheio é feito somente de chocolate 50% e leite vegetal.

Então é possível sim comer um biscoito muito gostoso com qualidade nutricional.

Ficam crocantes, com sabor de chocolate de verdade e com um recheio perfeito!

Eu gosto de usar a aveia laminada, que depois passo pelo processador, pois assim ficam pedacinhos de aveia na massa. Mas se você preferir, pode usar farinha de aveia bem fina.

Na massa do biscoito pode ser usado qualquer leite vegetal, mas no recheio tem que ser um leite vegetal mais rico em gordura, como o leite de amêndoas ou o leite de côco integral, senão o recheio fica seco.

Nesta receita eu usei um pouco de farinha de amêndoas, eles ficam crocantes na medida certa. Eu também já fiz só com farinha de aveia, ficam mais duros, mas ainda ficam gostosos. Neste caso, troque a farinha de amêndoas por farinha de aveia na mesma proporção e adicione mais 1 colher de óleo de côco à massa.

Com a massa pronta, faça bolinhas e achate-as na altura de 2 mm direto na assadeira untada, use um cortador para deixar todos do mesmo tamanho. Não esqueça de deixar um espaço de pelo menos 2 cm entre os biscoitos. Se for fazer os biscoitos com recorte na parte de cima, faça metade sem recorte e metade com recorte, a estrelinha pode juntar-se a massa ou ser assada. Ficam bonitinhas!

Depois de assados e frios, prepare o recheio . Junte um biscoito inteiro e um com recorte com uma porção de 1 colher de chá do recheio. Quando todos estiverem recheados, guarde-os em um pote ou vidro com tampa.

Essa receita rende 24 deliciosos biscoitos recheados. Eu fiz o biscoitinho de cima com recorte de estrelinha usando um cortador de biscoito pequeno, ficam bem bonitos!

Te garanto que vai fazer sucesso!

Ingredientes da massa:

  • 70g de farinha de amêndoas
  • 140g de farinha de aveia (passe a aveia laminada pelo processador para obter uma farinha mais integral)
  • 1 pitada de sal
  • 1/4 de colher de chá de fermento químico
  • 70g de açúcar mascavo ou açúcar de côco
  • 30g de chocolate em pó
  • 2 colheres de sopa de óleo de côco derretido
  • 4 colheres de sopa de leite vegetal ( amêndoas, aveia ou arroz)

Ingredientes do recheio:

  • 200g de chocolate 50% cacau picado ou em pastilhas
  • 2 colheres de sopa de leite de amêndoas ou leite de côco integral

Modo de preparo da massa:

  1. Misture todos os ingredientes secos.
  2. Adicione o óleo de côco e misture bem formando uma farofa.
  3. Adicione o leite vegetal e misture bem.
  4. Faça bolinhas e na assadeira untada com óleo de côco, achate-as na espessura de 2 mm. Deixe um espaço de 2 cm entre os biscoitos.
  5. Use um cortador de biscoitos de 4 cm de diâmetro para deixar todos os biscoitos iguais. Remova as retalhos e volte-os à massa para serem usados novamente. Continue o processo até acabar com a massa. Vai ser preciso usar 2 assadeiras de 30/40cm.
  6. Use um cortador de 1,5 cm de diâmetro para fazer o recorte do biscoito de cima (opcional) Faça o recorte em metade da quantidade de biscoitos. Se você conseguiu fazer 20 biscoitos, faça o recorte em 10.
  7. Asse à 180ºC por mais ou menos 10 minutos. Não deixe eles corarem demais, senão ficam amargos. Eles saem do forno ainda macios e quando esfriarem ficam crocantes.
  8. Deixe esfriar numa grade.
  9. Una 2 biscoitos com uma colher de chá de recheio.

Modo de preparo do recheio:

  1. Derreta o chocolate no microondas por 30 segundos. Mexa e repita até derreter bem.
  2. Adicione o leite de côco ou de amêndoas ( em temperatura ambiente) e misture até adquirir uma conscistência firme.
  3. Está pronto para rechear os biscoitos.

Rende 24 biscoitos recheados.

Quer saber mais sobre a história dos biscoitos? Veja aqui: https://www5.pucsp.br/maturidades/sabor_saber/biscoito_bolacha.html

Limonada de lavanda

Pra começo de conversa… Essa limonada é muito gostosa e refrescante! E ainda tem essa cor  linda!

A lavanda, além de perfurmar uma infinidade de coisas, também é usada na homeopatia; suas flores são usadas em chás e decocções para aliviar dor de cabeça, insônia e ansiedade.

Também já foi e é muito usada na culinária para perfumar e saborizar assados.

Num dia quente essa limonada é perfeita!

Se você tem filhos pequenos, faça com eles, pois acontece uma reação química quando se  acrescenta o suco de limão ao chá de lavanda. A bebida ganha essa cor linda quando misturada com o ácido do limão. A criançada adora ver a “mágica” acontecer.

Ah… Se puder use limão siciliano fica muito melhor.

Eu uso adoçante Stevia na limonada, mas fique a vontade pra usar o seu preferido ou açúcar.

Saúde!!!

Imgredientes:

  • 1 litro de água
  • 4 colheres de sopa de lavanda seca
  • Suco de 3 limões Siciliano
  • Adoçante ou açúcar a gosto.
  • 2 xícaras de chá de pedras de gelo

Modo de preparo:

  1. Coloque a água para ferver.
  2. Quando ferver, desligue o fogo e acrescente as flores de lavanda.
  3. Cubra com um pano e aguarde até que esfrie.
  4. Coe o chá e adicione o suco de limão.
  5. Adoce à gosto e acrescente as pedras de gelo.

Nhoque sem glúten

Com certeza uma das opções mais lembradas quando pensamos em comida afetiva é um delicioso prato de nhoque. Esse prato que tem cara de domingo aquece até o mais gélido dos corações.

Gnocchi em italiano significa pelota. São pelotinhas de massa cozidas em água fervente e servidas com molho.

O prato tornou-se popular na Itália, mas tem sua origem no Oriente Médio. Acredita-se que os romanos, em suas andanças pelo mundo, levaram a receita para a Itália.

Durante a idade média, com a escassez de farinha, o prato serviu de alimento para os mais pobres. Sobras de pão duro e um pouco de farinha eram misturados com água formando uma papa.

Depois foi a vez do milho acrescentar mais valor nutricional à receita. Nascia o gnocchi de polenta.

A batata só entrou na lista de ingredientes no século XVI e deixou as pelotinhas mais macias. E desde então nunca mais parou de ser usada para preparar o nhoque.

No Brasil, a iguaria italiana chegou com os imigrantes e logo conquistou o paladar dos brasileiros, principalmente dos paulistas.

Esse prato, ao mesmo tempo que é singelo, pode apresentar-se com inúmeros sabores. A massa pode levar não só batatas, mas também mandioca, como na receita desse post. Eu gostei muito do sabor suave que a mandioca acrescentou à massa. Pode ser ainda mandioquinha, batata doce, espinafre, abóbora e o que mais a criatividade mandar.

Aceita uma diversidade de molhos, como o de calabresa dessa receita, ao sugo, à bolonhesa, molho de queijos, com espinafre, com cogumelos… E por aí vai.

A massa tradicional é feita com farinha de trigo, ovos e batatas, mas eu posso te garantir que a massa sem glúten fica muito superior à tradicional, e não leva ovos. As pelotinhas ficam firmes e macias ao mesmo tempo. São muito fáceis de modelar e não grudam na bancada e nas mãos.

Você pode simplesmente fazer os rolinhos e cortar em pedacinhos. Mas se quiser fazer com um formato bonitinho, assista ao videozinho, onde eu mostro como fazer. É tão fácil que a minha filha de 11 anos me ajudou a modelar as pelotinhas.

Eu sugiro que você prepare o molho antes e deixe reservado, assim não vai te sobrecarregar na hora de fazer as pelotinhas.

Depois de prontas as pelotinhas, o cozimento é bem rápido, a água deve estar fervendo para receber os nhoques. Assim que boiarem, estão prontos. Então é só colocar o molho e servir.

Buon appetito!

Ah… Tem a historinha do nhoque da sorte, servido todo dia 29, mas eu não vou contar aqui porque tem vários sites na internet que contam. Então se você quer conhecer digita lá no Google e boa leitura!

Ingredientes:

  • 250g de mandioca cozida (Eu usei da Vapza, mas você pode cozinhar antecipadamente). Retire os fios que ficam no meio da mandioca.
  • 450g de batata inglesa, cozida de preferência no vapor para não ficarem muito aguadas.
  • 80g de fécula de batata
  • 150g de farinha de arroz
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 1 pitada de cúrcuma ( é bem pouquinho mesmo, só pra dar uma corzinha)

Para o molho de calabresa:

  • 250g de linguiça calabresa cortada em pedacinhos
  • 1 cebola média cortada em pedacinhos
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 600g de tomates pelados passados pelo mixer ou processador ou liquidificador
  • 1 colher de chá de sal
  • Folhas de manjericão para finalizar o prato
  • Queijo parmesão ralado na hora ou queijo vegano ralado caso tenha alergia ao leite de vaca (opcional)

Modo de preparo:

  1. Comece pelo molho: Refogue o alho e a cebola no azeite.
  2. Acrescente a calabresa e refogue mais.
  3. Junte o preparado de tomates.
  4. Deixe reduzir com a panela tampada em fogo baixo.
  5. Mexa de vez em quando e acrescente o sal.
  6. Reserve.

Prepare a massa:

  1. Passe as batatas e a mandioca pelo espremedor ou amasse-as com um garfo.
  2. Numa tigela, misture as batatas e a mandioca com a farinha de arroz, a fécula de batata, o azeite e o sal e a cúrcuma. Misture bem.
  3. Faça uma bola com a massa e corte em seis partes.
  4. Com a bancada polvilhada com farinha de arroz, faça um rolinho com 2 cm de espessura com cada parte.
  5. Corte em pedacinhos de 2 cm e junte-os numa assadeira polvilhada com farinha de arroz. (Assista ao video para ver como deixar os nhoques bonitinhos)
  6. Quando todos os nhoques estiverem modelados, cozinhe em pequenas porções em água fervente. Retire-os da água quando boiarem.
  7. Conforme forem cozinhando, coloque -os numa travessa.
  8. Acrescente por cima o molho de calabresa e folhas de manjericão na hora de servir.
Veja aqui como modelar os nhoques

Rendimento: 4 porções

Tempo de preparo: 1 hora e 30 min

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